4 de jun de 2013

Blogagem coletiva: O medo do amor


Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.  

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.  

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.  

Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.  

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

- Martha Medeiros
21 de mar de 2013

Blogagem coletiva: Você reconhece quando chega a felicidade?


Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração. Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um pouco antes de responder. Pense de novo.

Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali, posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da Felicidade diria mais ou menos o seguinte: Ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.

A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela te faz dormir melhor. E olha, vou te contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.

É temperamental, a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então… hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz? Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?

Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal da felicidade.

Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz – como quatro dias de Carnaval, por exemplo – não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, a danada! O problema é saber que ela está ali na hora em que ela está ali. Mas, voltando à lista, até que ela é longa. 

Já fui bastante feliz. Talvez não na maior parte do tempo. Mas acho que ninguém é. A lista é um grande exercício. Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que você foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato 
que fico cada vez mais feliz e por mais tempo. Será que ela está aqui agora? Não sei dizer.  Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela. 

E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade do que jamais fui em qualquer tempo. 



- Ana Paula Padrão
15 de mar de 2013

Sim, eu sou fã.



Quantas vezes já não disseram que você nunca vai conhecer seu ídolo? Inúmeras? Comigo também, você não está sozinha. 

Não importa se você é fã do Neymar, oque você sente por ele é verdadeiro? Sim? Então tá valendo.

Sabe, eu choro muito quando eu imagino o meu dia chegando, poder abraçar ele, dizer ''Eu te amo''. A gente vai estar realizando um sonho. E talvez iremos ser apenas mais ''uma fã''. Se você se magoou com isso, me desculpe. Não era minha intenção. 

Ao longo do tempo você é chamada de ridícula apenas por gostar de uma pessoa que provavelmente nem sabe que você existe (Me desculpe novamente) , mas e daí? Você tem uma família nova. Agradeça.

Por um tweet aprendemos muitas coisa, no meu caso por exemplo foi que abacate é um vegetal e que você pode mandar sua namorada calar a boca e fazer um sanduíche pra você. 

Eles sempre fazem twitcam quando estamos offline, ou até mesmo nem fazem. Não desanime, um dia você chega á tempo! 

Quando tem uma foto nova, tentamos ser a única a colocar como icon do fan clube, mas depois vemos que geral já está usando. Desanima, eu sei.

Quando se tem um ídolo homem, a fã que namora algumas vezes é obrigada a escolher entre o namorado e o ídolo. Se você escolheu o seu ídolo: Me abraça! <3 (Eu sei que existe alguém que já fez isso).

Tentamos mandar o máximo de tweets possíveis, mas parece que somos invisíveis. Se você pede pra ele te seguir, pelo amor de Deus, para. Sério mesmo, eu acho super chato. Mas, por que eu estou dizendo isso mesmo? Não sei. Apenas uma dica...


Um dia somos obrigados a deixa fan clubes, páginas e tudo que tem haver como o nosso ídolo por motivos idiotas. Trabalho, sustentação, enfim... Sim, comparando com o nosso ídolo, é um motivo muito idiota mesmo. 

No dia que você conhecer seu ídolo, tire um foto e esfregue na cara de quem disse que isso não aconteceria. Eu vou fazer isso, pode ter certeza. Não há nada melhor do que provar que a pessoa estava errada. 

Posso não ter todas as revistas, CD's, DVD's, livros. Mas tenho meu amor de fã. E nada é melhor que um amor de fã. 

Você agora tem uma família, você é fã. Orgulhe-se disso. Eu me orgulho!

2 de fev de 2013

Época escolar


Tô pra cair de sono na frente do computador, mas aqui estou eu. Não dormi direito essa noite, queria logo comprar os meus materiais escolares, pra depois só ficar admirando. Quando começa as aulas tem sempre aquela: ''Vou estudar muito esse ano''. E cadê? Se encontrou em um grupinho e agora só Jesus na causa. Primeiro dia de aula quer se ''encontrar''. Reorganizar os sentimentos, fazer promessas, igual quando fazemos no Ano Novo, mas não realizamos nem a metade. Sem contar que treinamos a letra pra não fazer feio nos cadernos. Minha letra é tipo de internet, então tá tudo bom, tudo beleza.

Com as aulas só faltamos arrancar nossos cabelos, com tanta prova, trabalhos que os nossos lindos professores fazem questão de colocar sempre individual e ainda por cima manuscrito, morrendo em 3,2,1... 

Fico pensando: ''Será que existe alguém no mundo que consegue controlar os sentimentos?'' Se existe, por favor dê um pouco desse seu dom tão maravilhoso para algumas amigas que durante o ano escolar encontram seu príncipe encantado e depois querem esquecer. Eu não estou incluída, é difícil eu gostar das pessoas (principalmente meninos) tão rápido. Mas isso não vem ao caso. Então, deixaremos quieto. 
13 de jan de 2013

As melhores coreografias que já assisti

Hoje acordei bem cedo, e vim pro computador. Já tinha em mente esse post, daí fui caçar no Youtube todos os canais de dança que sou inscrita. Procurei no canal do Eduardo Amorim, da Jasmine Meakin e TKM

Bate um tristeza quando eu vejo umas coreografias tão perfeitas e não consigo ''copiar''. 

Vejam:


Usher - Scream (by: Eduardo Amorim)



David Guetta ft. Nicki Minaj - Turn me on (by: TKM)



Black Eyed Peas - The Time (by: TKM)



Rihanna - You da One (by: Jasmine Meakin)



Justin Bieber - Boyfriend (by: Jasmine Meakin)



Quem me dera dançar assim um dia...
12 de jan de 2013

3 séries que você precisa assistir


Olá pessoas lindas, como vão vocês nesse sábado? Eu tô ótima, maaaaas, não vi aqui falar do meu estado e sim das séries que dá pra você aproveitar o pijama e o dia todo dentro de casa. É tão bom atualizar os capítulos, porque no meio do ano nem dá pra fazer isso direito. Então, anote ai as 3 séries que vale a pena e que você precisa assistir nessas férias.

1 - Arrow



Após um violento acidente de navio, o playboy milionário Oliver Queen desapareceu e foi dado como morto por cinco anos, até ser descoberto vivo em uma remota ilha no Pacífico. Quando volta para casa em Starling City, sua dedicada mãe, Moira, sua amada irmã Thea, e seu melhor amigo Tommy o dão as boas vindas ao seu lar, porém sentem que Oliver voltou mudado. Ao passo que Oliver esconde a verdade sobre o homem que se tornou, ele tenta desesperadamente consertar os erros que cometeu como o menino que era. Mas particularmente, ele busca reconciliação com sua ex-namorada, Laurel Lance.
Enquanto Oliver recupera suas conexões com aqueles que são mais próximos, ele secretamente se torna o Arqueiro – um vigilante – para corrigir os erros de sua família, lutar contra os crimes da sociedade, e devolver a Starling City à sua antiga glória. Durante o dia, Oliver é o galanteador saudável, despreocupado e negligente que costumava ser – flanqueado por seu leal chauffer/segurança, John Diggle – enquanto cuidadosamente esconde a identidade secreta que assume para cobrir a escuridão. No entanto o Detetive Quentin Lance, pai de Laurel, está determinado a prender o vigilante que opera em sua cidade. Ainda, a própria mãe de Oliver, Moira, sabe muito mais sobre o naufrágio mortal do que revela – e é mais implacável do que ele jamais pode imaginar.

2 - Once Upon a Time



A série se passa na cidade fictícia litorânea de Storybrooke, Maine, em que os moradores são, na verdade, personagens de contos de fadas que foram transportados para o "mundo real" através de uma maldição poderosa. A única esperança reside em Emma Swan (Jennifer Morrison), que foi transportada do mundo de conto de fadas antes que ela pudesse ser amaldiçoada. Como tal, ela é a única pessoa que pode quebrar a maldição e restaurar as memórias dos personagens perdidos, auxiliada por seu filho, Henry, que tem um livro de contos de fadas que detém a chave para acabar com a maldição.
Cada episódio centra-se em uma história por trás de um personagem. Um segmento de detalhes da sua vida no mundo de conto de fadas que, quando revelados, acrescenta uma peça ao quebra-cabeça sobre os personagens e sua conexão com os eventos que precederam a maldição e suas conseqüências. O outro (segmento), no dia de hoje, segue um padrão semelhante, com um resultado diferente, mas também oferece uma visão semelhante.

3 - True Blood

Numa nova era de evolução científica, os vampiros conseguiram deixar de ser monstros lendários para se tornarem cidadãos comuns. Essa mudança, que aconteceu do dia para a noite, deve-se a cientistas japoneses, que inventaram um sangue sintético, fazendo com que os humanos deixassem de ser o seu prato principal. Já os humanos ainda não se sentem totalmente seguros convivendo lado a lado com toda a legião de vampiros que está saindo de seus caixões. Ao redor do mundo, cada um escolheu o seu lado a favor ou contra essa revolução, mas numa pequena cidade de Lousiana, as pessoas ainda estão formando a sua opinião. Sookie, garçonete de um pequena lanchonete, tem o poder de ouvir os pensamentos das pessoas e não vê problemas na integração desses novos membros à sociedade, principalmente quando se trata de Bill Compton, um atraente vampiro de 173 anos de idade. Mas ela pode vir a mudar de opinião, à medida que desvenda os mistérios que envolvem a chegada de Bill a sua cidade.



Todas elas já são conhecidas, mas nem todo mundo assiste. Quer uma dica? Comece agora. E se você se interessou por True Blood, vai passar na SBT, só não lembro quando começa.
E você? Tá assistindo alguma que não tá na lista? Diz  ai...

Beijos ;*



9 de jan de 2013

O estilo de Helô de ''Salve Jorge''


Helô (Giovanna Antonelli) se veste muito bem pra uma delegada de polícia, isso é pra mostrar que dá pra ser ''durona'' sem perder o estilo. Pra relaxar ela compra, simples. Ela compra e depois jogar tudo no armário. Só pelo prazer de chegar em comprar. Meu sonho poder comprar o tanto de coisa que ela compra! Oh vida...  Mas, enfim, confiram a seleção de looks, acessórios e makes de Helô:

Looks:


Não é preciso de muitas fotos para provar que a Helô se veste assim: Simples feat. Estampada. Muitas peças dela são vermelho, amarelo, laranja, nude e um pouquinho de verde. Cores que vão super bem com o tom de pele dela. Ela costuma usar bastante essas calças soltinhas. E muito cinto, nossa senhora!

Makes: 


Só tenho ''uma'' coisa pra dizer sobre as make da Helô: Olho com o côncavo sempre marcado, muita máscara de cílios, blush e boca nude!  Só, mais nada.

Acessórios:


Uma foto basta pra dizer que ela sempre usa anéis daqueles bem, bem grandões, esse brincos que eu não uso por nada na vida e braceletes. Afinal, nesse tem escrito alguma coisa ou sou eu com problemas de visão?


Se gostaram: comentem... E se quiserem que eu faça de outros personagens: comentem também. hahaha


Beijos ;*

Facebook

Arquivos

Seguidores